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Esta página é apenas um conjunto de apontamentos muito elementares sobre informática à laia de "cábula" pessoal, onde se tenta ordenar e sistematizar noções básicas que por vezes suscitam duvidas a quem não faz destas coisas da informática o "pão nosso de cada dia".
As fonte de informação utilizadas são apontamentos retirados de cursos de informática e da Internet. Esta página, devido à evolução constante nesta área, está por isso em constante actualização.
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1.1 Qual a influência da memória cache no desempenho do micro?
1.2 Como instalar memória cache?
1.3 Onde conseguir um programa que teste a existência de memória cache no computador?
1.4 Memória cache interna e memória cache externa?
1.5 A memória cache L2 do Pentium II pode ser somada com a memóiria cache L2 da placa-mãe?
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1.1 Qual a influência da memória cache no desempenho do micro?
A memória cache é uma memória mais rápida do que a RAM. Como o processador consegue ser mais rápido que a memória RAM, ao trocar informações com a RAM o processador tem de esperar, o que degrada o desempenho do micro. Para que isso não ocorra, a cache de memória é usado como um intermediário na conversa do processador com a memória RAM, já que a cache é capaz de conversar com o processador rapidamente, sem espera. Nos testes que realizamos, um micro sem cache de memória ficou 30% mais lento para processamento, 20% mais lento para acesso a disco e 10% mais lento para acesso a vídeo.
1.2 Como instalar memória cache?
Primeiro, deve-se certificar que a placa-mãe permite a instalação de memória cache. Placas-mãe que permitem tal instalação possuem um soquete chamado COAST onde se coloca o módulo de memória cache. Em geral, é necessário alterar os jumpers de configuração do tamanho da memória cache. A posição correcta dos jumpers pode ser conferida no manual da placa. Se mesmo alterando os referidos jumpers o computador continua a não funcionar, isto significa que o módulo de memória cache está queimado ou então é incompatível com a placa-mãe. Neste caso, o módulo deve ser trocado com o fornecedor. Depois de tudo a funcionar correctamente, deve-se activar a cache de memória no setup do micro.
Se a situação pretendida for um aumento da memória cache de 256 KB para 512 KB, podem ocorrer duas situações. Ou os 256 KB estão soldados directamente na placa-mãe ou estão instalados num módulo COAST. Se estiverem soldados na placa-mãe, deve-se verificar se a placa-mãe permite a instalação de um módulo de 256 KB (256 KB do módulo mais 256 KB da placa-mãe) ou somente de um módulo de 512 KB (desabilitando os 256 KB da placa-mãe através de jumpers). Isto deve ser conferido no manual da placa-mãe. Agora, se os 256 KB estiverem num módulo COAST, basta substituir o módulo de 256 KB por um de 512 KB. Nas duas situações, deve-se reconfigurar os jumpers de acordo com a nova quantidade de memória cache.
1.3 Onde conseguir um programa que teste a existência de memória cache no computador?
Há vários programas com esta finalidade. Um deles chama-se PC-Config, é shareware e pode ser baixado de graça na Internet em http://www.holin.com/indexe.htm. Além de testar o cache, ele fornece outras informações importantes sobre o micro, tais como o tipo de memória instalada e o tipo do chipset.
1.4 Memória cache interna e memória cache externa?
A memória cache é portanto uma memória rápida utilizada para armazenar os dados mais utilizados, tornando o micro mais rápido. A memória cache começou a aparecer nos micros 386, instalada na placa-mãe. A partir do processador 486, todos os processadores passaram a ter uma pequena quantidade desta memória dentro do próprio processador - chamada memória cache nível 1 (L1) ou simplesmente memória cache interna, pois está dentro do processador. Quando citamos memória cache, normalmente estamos nos referindo à memória cache presente na placa-mãe do micro - chamada memória cache nível 2 (L2) ou simplesmente memória cache externa.
A excepção fica por conta do processador Pentium Pro - que possui tanto o cache L1 quanto o L2 dentro do próprio chip - e do Pentium II - que, ao invés do cache L2 estar na placa-mãe, está instalado dentro de um cartucho chamado SEC (Single Edge Contact) ao lado do processador. Portanto, para estes dois processadores as nomenclaturas "cache interno" e "cache externo" não fazem muito sentido - e daí preferirmos a nomenclatura "Cache L1" e "Cache L2". No quadro de configuração do micro que aparece logo após a contagem de memória, além de informações como tipo de processador, tipo do disco rígido, etc, deve aparecer obrigatoriamente o tamanho do cache de memória (em uma linha como "Memory Cache:", "L2 Cache Size:" ou equivalente). Na pior das hipóteses, esta informação aparecerá logo abaixo do quadro de configuração, em uma linha "extra" (como "256KB MEMORY CACHE"). Se esta informação não aparecer, é muito provável que o seu micro não possui cache de memória, ou então ele seja falsificado ou ainda ele esteja desabilitado no setup do micro. Para habilitar o cache de memória, basta entrar no setup do micro (pressionando-se a tecla [DEL] durante a contagem de memória) e habilitar a opção "External Memory Cache" presente em "Advanced Setup". Você poderá utilizar programas de teste de hardware tanto para ter a confirmação se o seu micro possui cache de memória quanto para saber sua capacidade. Recomendo os programas PC-Check (http://www.eurosoft-uk.com) e PC-Config (http://www.holin.com/indexe.htm).
1.5 A memória cache L2 do Pentium II pode ser somada com a memóiria cache L2 da placa-mãe?
Não há duas memórias cache L2 instaladas em um sistema Pentium II, e sim, apenas uma. O cache L2 do Pentium II já vem embutido no próprio processador, não podendo ser expandido. Não há nenhuma memória cache na placa-mãe. Nem existem placas-mãe com chipsets para Pentium II que tenham cache L2.
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A memória RAM é um componente electrónico do computador que pode receber, armazenar e fornecer informação. Ela é formada por grande quantidade de células que actuam como diminutos condensadores capazes de reter as cargas eléctricas recebidas e de indicar, graças a elas, cada bit de informação. Em geral, quando se fala de memória está se fazendo referência à memória RAM (Random Access Memory, memória de acesso aleatório), que constitui a zona de trabalho do microprocessador. Todos os programas e dados manejados pelo processador ficam temporariamente armazenados nessa memória, capaz de se poder aceder de modo rápido e aleatório, e de conservar, qualquer dado.
Para evitar a confusão, pode-se recorrer a uma imagem: o computador seria como um pequeno escritório no qual um arquivo e uma biblioteca de referência armazenam grande quantidade de informação durante todo o tempo, permitindo que o usuário possa fazer consultas sempre que julgar conveniente. Essa mesma função, no caso do computador, compete ao disco rígido. Por outro lado, todos os papéis que poderiam ser encontrados sobre a mesa de trabalho equivaleriam à informação armazenada pela memória RAM, que contém tudo aquilo em que estamos no momento a trabalhar, embora com um volume de dados mais limitado que o do disco rígido (o arquivo e a biblioteca) e com uma velocidade de consulta muito mais alta.
Há um grande número de modalidades de memória RAM e diversas outras variedades de memória dotadas de características especiais que lhes permitem cumprir determinadas funções no PC. Actualmente, a maioria de componentes e periféricos incorpora algum tipo de memória. Na verdade, essa afirmação pode ser estendida a qualquer equipamento que conte com uma quantidade mínima de electrónica para ajudar em seu funcionamento, como por exemplo os televisores, as lavadoras e os automóveis mais modernos.
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